Para garantir a harmonia dentro e fora de casa, é preciso se atentar à importância da sociabilização do seu pet. E quanto mais cedo, melhor!

A chegada de um novo membro na família é sempre uma alegria! Mas, para que essa felicidade dure por muitos e muitos anos, a convivência com o seu cãozinho precisa ser harmônica e respeitosa para ambas as partes. Segundo Ana Paula Astrulakis, psicóloga especialista em comportamento canino, para isso, é necessário investir na educação do mascote. “A principal fase de sociabilização se dá até o 3º mês de vida, pois, quando filhotes, eles absorvem tudo como uma esponja. Porém, é preciso esperar que o quadro de vacinas fique completo para realizar o trabalho adequado. Enquanto isso, o processo deve ser iniciado em casa. Na fase adulta, os resultados podem não ser tão bem-sucedidos, mas sempre é tempo para buscar o bem-estar e qualidade de vida deles”, explica.
Ainda de acordo com Ana Paula, que também é Diretora da Play Dog em Ribeirão Preto, a melhor forma de iniciar esse processo é apresentar o animal ao mundo de forma segura e agradável, iniciando o contato dele com pessoas, outros cães, animais de outras espécies e barulhos, como aspirador, buzina, liquidificador… Assim ele será mais saudável emocionalmente e terá mais facilidade em se adaptar a diferentes situações e lugares, além de facilitar o manejo.

Ana Paula Astrulakis, Diretora da Play Dog em Ribeirão Preto – Foto arquivo pessoal

Mas atenção: essas apresentações devem ser feitas com muita cautela para não gerar traumas! “Um animal mal socializado é muito mais medroso e inseguro. O medo é um agente estressor muito grande, que pode gerar problemas comportamentais no futuro, tais como os relacionados à agressividade. O ideal é ter ajuda de um profissional capacitado para fazer a sociabilização, o adestramento e dar todo o suporte para a família durante o processo”, ressalta a profissional.

 

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