É importante conhecer as classificações dos diferentes medicamentos para que a tentativa de curar um problema não se transforme em outro ainda pior

Normalmente, quando sentimos algum desconforto ou dor, recorremos à farmácia com o objetivo de fazer aquele incomodo passar – para que ir ao médico se é apenas “uma dorzinha”? O problema é que, muitas vezes, esse autocuidado, ou seja, as decisões que tomamos em relação a nossa saúde, acaba envolvendo a automedicação, que, sem os devidos conhecimentos, se torna uma ação muito perigosa.

Sendo assim, saber quais remédios podemos comprar livremente e quais requerem orientação médica se torna fundamental. Para isso, é importante se informar sobre as diferentes classificações, para, então, fazer a escolha mais certeira. Confira as diferenças de cada tarja:

• Vermelha: esses medicamentos necessitam de receita médica para serem comercializados, já que se destinam a quadros clínicos que exigem mais cuidado e controle. Também são conhecidos como remédios controlados e psicotrópicos, que podem causar dependência, efeitos colaterais e contraindicações.

• Preta: também necessitam de prescrição médica para serem comercializados e ingeridos. A diferença deles para os de tarja vermelha é que necessitam de um controle ainda maior, já que podem apresentar muitos efeitos colaterais e reações adversas, e possuem ação sedativa ou com impacto no sistema nervoso central.

• Sem tarja: podem ser tomados e adquiridos sem prescrição médica. Destinam-se a situações corriqueiras para tratar sintomas menores e conhecidos. Em geral, não possuem efeitos adversos importantes ou significativos. Caso os sintomas persistam, contudo, o uso deve ser interrompido e o médico deve ser procurado.

Da redação

Fotos: divulgação

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