Para intensificar o aprendizado teórico, alunos de diferentes idades podem implementar em seu dia a dia outras formas de absorverem as informações passadas dentro da sala de aula

Quando adicionamos a prática em nossa forma de aprendizado, muitos assuntos estudados em aula acabam sendo entendidos de forma mais simples. Paulo Freire, pedagogo e filósofo brasileiro, já dizia: “A teoria sem a prática vira ‘verbalismo’, assim como a prática sem teoria, vira ativismo. No entanto, quando se une a prática com a teoria, tem-se a práxis, a ação criadora e modificadora da realidade”.
Será possível estimularmos essa prática dentro e fora das instituições de ensino? Em busca de respostas, conversamos com educadores que mostraram como suas escolas, faculdades e cursos complementares levam a prática até o aluno, ensinando ainda como dar continuidade ao aprendizado no conforto de casa. Confira!

Vera Beatriz Carlotti, Diretora do Ateneu Barão de Mauá – Foto divulgação

Laboratórios de aprendizagem
Durante toda a vida estudantil, inserir o aluno em um espaço propício ao desenvolvimento das habilidades cognitivas, sociais e éticas é essencial para que ele adquira uma formação integral. E, para que tal objetivo seja alcançado, o ensino precisa ir além das aulas curriculares, por exemplo, com laboratórios de aprendizagem continuada.
“O cenário que vislumbramos exige que os alunos sejam criativos, trabalhem em equipe, saibam utilizar as ferramentas tecnológicas, pesquisar, tomar decisões, lidar com emoções, sejam líderes e empreendedores”, explica a professora Vera Beatriz Carlotti, Diretora do Ateneu Barão de Mauá, sobre os laboratórios oferecidos pelo colégio a partir do Ensino Fundamental I. Dessa forma, são oficinas de Jogos de Raciocínio Lógico (Mind Lab) e de Robótica (Lego Zoom Education), além da Escola da Inteligência (educação socioemocional).
Esse ambiente que ultrapassa as paredes da sala de aula continua no Ensino Superior, no qual o Centro Universitário Barão de Mauá possui laboratórios especializados de apoio ao ensino e à prática profissional para cursos presenciais em todas as áreas do conhecimento, como expõe a Profª. Drª. Dulce Maria Pamplona Guimarães, Reitora da instituição. “Entre eles, destaca-se o Laboratório de Habilidades Médicas, com um hospital simulado com oito leitos e dois centros de simulação avançada para treinamentos de urgências médicas, equipados com manequins capazes de reproduzir os sinais e sintomas de diversas doenças”. Além dele, outros laboratórios já representam o que os futuros profissionais irão vivenciar: laboratórios de Anatomia, Estúdio de Cinema, TV e Vídeo, Rádio e o recém-inaugurado GAS, laboratório de Inovação, pré-acelerador de startups, que fomenta empreendedorismo, inovação e tecnologia.
A estratégia de aprendizado extensivo, ou seja, além do período de aulas, é complementada pela Comissão de Relações Internacionais, que busca incentivar e proporcionar o intercâmbio de estudantes e docentes com instituições nacionais e internacionais. “É uma verdadeira troca de vivências educacionais. As experiências vivenciadas com certeza incentivam os graduandos e pós-graduandos a dar continuidade em seus estudos”, afirma Dulce.

Profª. Drª. Dulce Maria Pamplona Guimarães, Reitora do Centro Universitário Barão de Mauá

A participação da família é fundamental
Entre os diversos tipos de laboratórios que o Anchieta oferece aos alunos, como os de Redação, e de Química e Biologia (Ensino Médio), o Laboratório de Ciências, voltado para o Ensino Fundamental, torna a aula diferenciada e atraente, proporcionando um aprendizado mais dinâmico e prazeroso, além de auxiliar a compreensão dos conteúdos e a melhor interpretação das informações. “Aulas práticas permitem que os alunos relacionem o conhecimento científico com aspectos de seu cotidiano e também estimulam a curiosidade”, explica Alcilene Aguiar, Diretora do Anchieta.
Na opinião dela, os pais devem sempre acompanhar as atividades escolares de seus filhos, favorecendo a fundamental interação escola/família, e incentivar a leitura, a fim de que os alunos exercitem a discussão de assuntos da atualidade. “À escola cabe promover conhecimento, cultura… Mas o lar tem que fornecer alunos bem educados e adaptados à vida social, para que a escola possa produzir cidadãos aptos a enfrentar a vida, de forma integral!”.

Alcilene Aguiar, Diretora do Anchieta – FOTO ROBERTO GALHARDO

Além da sala de aula
Para intensificar o aprendizado dentro das salas de aula, o Marista possui alguns tipos de laboratórios de ensino com diversas atividades complementares que potencializam as aprendizagens dos estudantes, como plantões de dúvidas, estudos avançados em Química, Física e Matemática, Atualidades, Oficinas de Redação e de Obras Literárias, Debate/Política, cine-fórum, curso de Astronomia e línguas estrangeiras – por níveis de proficiência. Para Lúcia Inês de O. S. Montagnani, Coordenadora Psicopedagógica, é importante que o estudante tenha uma metodologia de estudo diário, num ambiente calmo, retomando as aulas do dia, pesquisando e resolvendo os exercícios propostos no material do sistema de ensino, assim como os extras na plataforma Blackboard, além de atualizar-se e contextualizar-se por meio de leituras diversas e das atualidades em geral. “Acreditamos que a escola é uma mola propulsora com intencionalidades definidas para o desenvolvimento de habilidades e competências acadêmicas, pessoais e sociais dos estudantes, por meio de múltiplas linguagens. Porém, é de extrema importância a corresponsabilidade dos alunos e famílias no processo de aprendizagem, usufruindo dos recursos que a escola oferece, organizando e mantendo a rotina diária de estudos para que o sucesso seja atingido”, destaca.

Lúcia Inês de O. S. Montagnani, Coordenadora Psicopedagógica do Marista

Estudos in loco
Laboratório, EaD e outras formas de ensino provam, diariamente, como a educação pode acontecer de forma integral, a qualquer momento e além da sala de aula. Assim, o mundo “do lado de fora” e a realidade também podem ser grandes professores – basta o interesse contínuo em aprender. “Em nossa instituição, fazemos, constantemente, visitas técnicas em todas as graduações. Por exemplo: os alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo conhecem as cidades históricas de Minas Gerais; Administração conhece os processos das empresas da região; Ciências Econômicas faz visitas frequentes à Bovespa. Também prezamos muito pelas relações pessoais. Nesse contexto, são desenvolvidos projetos de responsabilidade social e sustentabilidade, como atividades voluntárias. Os objetivos principais são atender a comunidade, aproximar os alunos da sociedade e dar o máximo de experiência ao estudante”, conta Anderson Romanello, Coordenador de Graduação do Centro Universitário Moura Lacerda.
Os alunos da instituição ainda têm a oportunidade de continuar aprendendo depois do fim do curso – afinal, o ideal é adquirir conhecimento em todas as etapas da vida. “Sabemos da importância da formação continuada. Por isso, oferecemos uma série de cursos de atualização profissional, que são abertos à comunidade, ex-alunos e estudantes. Todos estes também podem usufruir de um acompanhamento psicopedagógico, importante para desenvolver características ou suprir alguma carência”.

Anderson Romanello, Coordenador de Graduação do Centro Universitário Moura Lacerda

Essa experiência intensificada no Ensino Superior pelo Moura Lacerda começa no colégio, onde alunos do Fundamental já aprendem com diretrizes da educação continuada, de acordo com Mônica Pádua, Coordenadora Pedagógica do Colégio Moura Lacerda. “Sempre incentivamos os alunos a ampliarem seus conhecimentos buscando novas aprendizagens no dia a dia. Além das tarefas de casa, que são parte da rotina do estudante, o saber pode ser complementado com exercícios extras e cursos diferenciados, como línguas. Nossos professores também estão à disposição do aluno nas aulas de reforço, no período da tarde, assim como para qualquer tipo de comunicação”.

Monica Padua, Coordenadora Pedagógica do Colégio Moura Lacerda

Atenção ao lado psicológico do aluno!
Quando o assunto é vestibular, naturalmente algumas preocupações e inseguranças surgem nos alunos que estão próximos a decidir qual caminho profissional seguirão no futuro. Mário Baldochi, Diretor Geral das unidades SEB em Ribeirão Preto, explica que muitos cuidados devem ser tomados com alunos vestibulandos, a partir de quando eles entram no primeiro ano do Ensino Médio. “No SEB unidade Lafaiete, cujo foco é a aprovação em vestibulares, o Terceirão é praticamente um cursinho, uma revisão de todo o conteúdo do Ensino Médio feita por meio de professores especialistas em aprovações. No nosso caso, os professores dos dois primeiros anos do Ensino Médio, também são os do terceiro ano, ou seja, que já vêm trabalhando os alunos desde o início e criam um vínculo de segurança muito grande”, explica.

Mário Baldochi, Diretor Geral das unidades SEB em Ribeirão Preto – Foto Zoro Seixas

Com uma grade horária de estudo maior que as encontradas na cidade e região, fora das salas, o SEB unidade Lafaiete oferece outras opções de aprendizado envolvendo literatura, apresentações de saraus (com alunos, professores e convidados) e o Cine SEB, com filmes que seguem desde temas que caem em uma redação até conteúdos que podem ser cobrados no vestibular ou simplesmente que melhoram o astral dos alunos. “Fora da sala de aula, nos preocupamos muito com o lado psicológico dos estudantes. Cada sala do Ensino Médio tem um tutor, que é professor. Ele realiza um atendimento individualizado para o aluno, primeiro voltado para a gestão de tempo, para que ele consiga estudar todas as disciplinas que teve no dia, e, no segundo, para avaliar como o aluno estuda as matérias de forma individual, verificando com precisão suas dificuldades”.

Juliano Márcio Calderero, Gerente do Senac Ribeirão Preto

Conhecimento nunca é demais
Os cursos extras realizados após a formação acadêmica só têm a acrescentar na vida dos estudantes e, segundo Juliano Calderero, Gerente do Senac Ribeirão Preto, cada vez mais pessoas têm compreendido o potencial da formação contínua para auxiliar e concretizar seus objetivos. Mas será que um bom currículo depende da quantidade de cursos extras que fazemos? Para Calderero, o ideal é demonstrar uma boa combinação entre formação e experiência, e, uma vez que as pessoas estão ampliando seus interesses e ações, nada mais natural que buscar cursos e formações complementares para aperfeiçoar essa relação. O currículo, por fim, demonstra tudo isso e o principal filtro está no interesse de cada um. “Não podemos nos esquecer de que a maioria dos cursos, especialmente as pós-graduações, são aprofundamentos de conteúdos correlacionados a alguma experiência ou área de interesse. A dica é conhecer bem o que se gosta e deseja fazer e, assim, iniciar um processo de formação e preparação de qualidade. No Senac, estimulamos os alunos a procurarem, a todo tempo, situações que permitam o relacionamento entre o que está sendo estudado e a aplicabilidade aos estudos. Ou seja, a teoria aliada à prática”, conta Calderero.

Carla Baldini, Diretora Pedagógica do Colégio Villa Lobos

O significado dos feriados
O projeto “É feriado, por quê?”, foi criado pelo Colégio Villa Lobos como uma via para unir o conhecimento dos grandes acontecimentos de nossa história à realidade do aluno. De acordo com Carla Baldini, Diretora Pedagógica da instituição, dessa maneira as crianças conseguem compreender que o feriado remete a grandes fatos históricos, políticos, sociais e econômicos de nosso país, como Tiradentes, Independência do Brasil, Revolução Constitucionalista, Descobrimento do Brasil, Proclamação da República… Assim, eles entendem que paramos as atividades por um motivo heroico e se conscientizam de que o nosso país ainda precisa de heróis corajosos como esses que mudaram a história e muitas vidas.
“O envolvimento com esse projeto é sempre total, inclusive dos pais. A dinâmica é divertida, as explicações acontecem por meio de músicas, encenação e explanação. As crianças se tornam mais patriotas, um sentimento que precisamos desenvolver muito nos dias de hoje. Acreditamos que o aluno é quem faz a escola assim como acreditamos que o aluno mais consciente, crítico e honesto poderá fazer do Brasil uma nação mais justa”, afirma Carla.

Prof. Lucélio Bernardes Couto, Supervisor de Tutorias e Fundamentações do Curso de Medicina

A postura do aluno como trunfo
A pesquisa intitulada “Association of marks in entrance examination test with academic achievement at the end of medical course in a PBL hybrid curriculum”, realizada por uma equipe de docentes do curso de Medicina da Unaerp, a qual é liderada pelo Prof. Dr. Reinaldo Bestetti e composta pelos professores Lucélio Bernardes Couto, Milton Faria Junior, Rodrigo Ribeiro Brigato, Rosemary Furlan-Daniel e Marcelo Engracia Garcia, investiga a relação entre o desempenho do candidato no vestibular e seu rendimento escolar já na universidade, especificamente nos cursos de Medicina da Unaerp. “O PBL (Problem Based Learning – Aprendizagem Baseada em Problemas) exige uma postura ativa do aluno. Trata-se de um método de ensino/aprendizagem em que o aluno, sob orientação de tutores, é o sujeito de seu próprio aprendizado. Dessa forma, se o aluno não for devidamente interessado, participativo, ativo, envolvido e motivado para o aprendizado médico, terá um rendimento reduzido e enfrentará dificuldades para vencer cada uma das etapas de sua formação”, explica Bestetti, que também é Coordenador do curso de Medicina da Unaerp.

Prof. Dr. Reinaldo Bestetti, Coordenador do curso de Medicina da Unaerp

O método de análise aplicado é o de regressão linear múltipla, que estabelece a relação entre as notas do vestibular com os resultados obtidos em três tipos de testes realizados no curso da Unaerp: o OSCE (Organized Estrutured Clinical Examination), que mede as habilidades do aluno; o TPI (Teste de Progresso Individual), que mede a cognição, o nível do conhecimento adquirido pelo aluno em cada etapa; e a média das notas das disciplinas do Internato (imersão dos alunos nos hospitais e cenários de aprendizagem prática). “Somente no caso das notas na prova de redação é que não há correlação entre o desempenho no ingresso e na saída da universidade, mas ainda não identificamos o porquê. A pesquisa foi aplicada para 48 alunos concluintes”, revela Couto, Supervisor de Tutorias e Fundamentações do Curso de Medicina.
Ao estabelecer a correlação entre essas avaliações, a equipe de pesquisa pode detectar que as notas que o aluno obtém em cada uma das provas do vestibular (como em física, química ou biologia) são muito próximas às que recebe no último ano do curso. “Assim, pudemos inferir que o aluno e suas atitudes relacionadas ao seu próprio aprendizado são decisivas para que alcance uma boa formação. Claro que estamos na fase inicial da pesquisa que irá se desdobrar em outras etapas. Inclusive deveremos ampliar nossa amostra no próximo ano”, revela Couto.

Julia Inés Oscar, Diretora do Instituto Colón – Foto Zoro Seixas

O terceiro idioma é fundamental
Saber falar inglês já é pré-requisito básico no mercado de trabalho. A terceira língua, como o espanhol, é um “plus” que faz toda a diferença. Segundo Julia Inés Oscar, Diretora do Instituto Colón, as pessoas que não são autodidatas ou não têm tempo para estudar outra língua por conta própria precisam de uma escola para acompanhar o aprendizado. Além do curso, é necessário levar o idioma para o dia a dia. Mas de que maneira? O ideal é escutar músicas, ler, assistir filmes com e sem auxílio de legendas e se comunicar por e-mail ou WhatsApp em espanhol, o que já é de costume na instituição. “Ao contrário do que muita gente possa imaginar, atualmente, os alunos são ávidos por “tarefa de casa”. A escola é um coadjuvante, muito importante sim, mas é o aluno o protagonista principal. Somente a vontade dele dá sentido e velocidade ao processo de estudo”, explica.

Professora Regiane Pedigoni, mantenedora do curso 100% Redação

Pratique em casa
Em um vestibular ou concurso, a redação avalia a capacidade de formulação e de expressão de ideias sobre determinados temas contemporâneos. Espera-se, então, que o candidato redija um texto organizado, coeso, coerente e no nível formal da língua portuguesa, ou seja, sem incorreções gramaticais. “Além disso, as ideias precisam ser fundamentadas em uma argumentação baseada no repertório de conhecimentos que o vestibulando ou o concursando traz de acordo com o nível de formação exigido”, explica a Professora Regiane Pedigoni, mantenedora do curso 100% Redação.
Nesse caso, aquela frase clichê “praticando que se aprende”, é mais que verdadeira! E não é apenas na sala de aula que ela deve existir, mas também com temas para serem treinados em casa. “O aluno deve se concentrar unicamente na tarefa de redigir. Para isso, é importante que crie um ambiente tranquilo que favoreça a concentração. Um método na cabeça, um bom dicionário do lado e a certeza de se produzir um texto seguro e eficiente. Eis o segredo!”, revela Regiane.

Evandro Luís Ribeiro, Coordenador Geral de EaD da Universidade Claretiano

Aprendizado sem espaço limitado
O clássico modelo de ensino – dentro da sala de aula e com horários definidos – acaba sendo um desafio maior para aqueles alunos que não se adequam a esse padrão, seja por dificuldades de reestruturar a rotina ou por necessitar modelos diferentes de aprendizagem. Dessa forma, e especialmente na era da tecnologia, os cursos à distância oferecem aos alunos uma opção de estudarem da forma que melhor lhe convêm. “A autonomia nos estudos e o grande incentivo à leitura dos materiais didáticos e à escrita, além de todo o contexto de interação dos alunos, despertam hábitos que, muitas vezes, no ensino presencial não são tão estimulados”, ressalta Evandro Luís Ribeiro, Coordenador Geral de EaD (Ensino a Distância) da Universidade Claretiano.
O profissional também afirma que, contrário ao que muitas pessoas acreditam, a liberdade que o EaD permite não o torna, necessariamente, mais fácil que o modelo convencional. “Arrisco a dizer que a dedicação necessária a esses alunos é consideravelmente maior que no ensino presencial, pois ele próprio é o grande responsável e o grande motivador dos seus estudos”.

Lica Gimenes, Gerente Geral da World Study de Campinas e de Ribeirão Preto

Viaje para aprender
Os vários destinos que nos esperam pelo globo também são excelentes opções de aprendizado, seja por suas culturas ou idiomas diferentes. E se você está pensando em aproveitar aquelas férias ou tirar um tempo para enriquecer o currículo, o intercâmbio pode ser uma excelente alternativa para aprender uma nova língua. Segundo Lica Gimenes, Gerente Geral da World Study de Campinas e de Ribeirão Preto, geralmente, um mês de intercâmbio no Canadá, por exemplo, equivale a seis meses de estudos de inglês no Brasil.
Para que essa experiência seja aproveitada ao máximo, Lica aponta algumas dicas importantes, como fazer amigos de outras nacionalidades, não ter medo de errar e se arriscar, participar das atividades extracurriculares promovidas pelas escolas, assistir à televisão, ir ao cinema, ler jornais e valorizar as aulas. “Por mais tentador que possa parecer faltar, tem que manter o foco! Se aventure também na cultura do país, conheça os hábitos, as tradições e o estilo de vida da população que mora na cidade. Isso faz muita diferença”, defende.
A World Study é a única agência no Brasil que pode oferecer o “Programa True Canadá”, um intercâmbio para estudantes universitários, com duração de até 12 meses, no qual eles participam de atividades voltadas para o trabalho e o estudo.

SEM COMENTÁRIOS

DEIXE UMA RESPOSTA