Uma vez que as redes sociais se tornaram referência na busca de conteúdos e informações, grandes empresas passaram a se associar com influenciadores digitais

Estudos apontam que os influenciadores digitais são, hoje, responsáveis por 66% do conteúdo gerado nas redes. Mas compreender qual a melhor estratégia para isso se tornou um desafio constante. O intuito é entender exatamente quem são os micros e macroinfluenciadores e como eles são relevantes na estratégia de comunicação das empresas, o que se torna o grande diferencial para o sucesso das marcas. O ideal é que o influenciador tenha relevância dentro da categoria desejada e, pelo menos, 30% de relação com o tema abordado. Com foco nas mudanças de comportamento das redes sociais, os posts contribuem como marketing de influência para as marcas. Os três pilares observados nas pesquisas são: mudanças no comportamento das redes sociais, estratégia com microinfluenciadores e o impacto de posts patrocinados. No último ano, o Youtube foi a rede social que mais gerou alcance para seus usuários, totalizando 108,2% de crescimento das bases. Em seguida, vêm o Instagram com 63,3%, o Facebook com 44,8% e, por último, o Twitter com crescimento de apenas 30,5%. Entre os assuntos mais comentados, futebol e política saem na frente no Facebook; já no Instagram, o assunto preferido dos usuários varia entre moda e fitness. Agora, quando falamos apenas do Instagram, um estudo de como a mudança do algoritmo e a entrada dos stories na rede social impactou o uso do aplicativo revela que: desde os perfis de 20k até mais de 1M, houve impacto positivo na entrega de conteúdos para seus seguidores após a timeline ser ordenada de acordo com relevância e não ordem cronológica. Os perfis que mais tiveram aumento no engajamento nesse caso foram os de base de audiência entre 100k e 300k, com 34% de crescimento.  E você ainda está achando que é besteira investir nos microinfluenciadores nos tempos atuais? Fique atento!

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