A estratégia de marketing inovadora que foi utilizada por Sophia Amoruso, em 2006, pode fazer a diferença para o sucesso de uma marca

Recentemente, voltei a São Paulo para me especializar em cursos com foco em marketing digital na ESPM. O Growth Hacking foi um deles: surgido em 2010, o termo atualmente é utilizado para designar o uso de ferramentas de tecnologia aplicadas ao marketing com foco principal no crescimento exponencial da base de clientes. Ok! Mas o que de fato se trata esse novo conceito?
Não é tão simples, mas tentarei exemplificar. Buscando em minha memória, lembrei-me do livro #GirlBoss, que ganhei ano passado da minha sócia, sobre a marca Nasty Gal, fundada por Sophia Amoruso, que iniciou seus negócios vendendo roupas vintages no Ebay e teve um sucesso meteórico nos Estados Unidos. Como esforço inicial de crescimento, Sophia utilizou amplamente as redes sociais e o Ebay para definir e alcançar seu público-alvo e tornou o estilo vintage um atrativo de venda com margem de lucro. Ainda usou os dados e o senso de estilo fashion para determinar os produtos corretos a serem vendidos e recorreu a conteúdo assertivo para promover seus produtos.
Por isso, os esforços mais recentes de crescimento da marca retratam a filosofia do Growth Hacking: inovação nos produtos, transformar a marca Nasty Gal em uma missão e filosofia, fomentar o boca a boca e fidelidade do cliente, e expandir os negócios.

Por Alexandra Lima

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