Você é daquelas pessoas que, ao aceitar uma nova tarefa ou processo, diz “vou tentar fazer o que me pediu e depois falo se deu certo”?

Agora, pense: qual foi o nível de comprometimento que teve naquele momento para alcançar o êxito na execução do desafio determinado? Praticamente zero! Isso porque a ideia que foi passada mostra que, se a tarefa der certo, valeu demais a tentativa; caso contrário, o fracasso já estava programado e nos conformamos com aquela frustração.

Essa improdutividade assistida que a maioria das pessoas utiliza não aceita desaforo no mundo da inovação, no qual temos que pegar as coisas que já existem, melhorá-las constantemente e gerar valor para o ecossistema do nosso negócio ou vida. A palavra de ordem para evoluirmos nesse aspecto não é tentar, mas sim testar.

As redes sociais e o comércio eletrônico são exemplos muito reais, nos quais sites são construídos, e-mails são escritos, imagens são colocadas e retiradas, tudo por meio de testes A e B, ou seja, trabalhando com, no mínimo, duas alternativas em suas atividades.

Recentemente, montamos uma série de e-mails de prospecção em um projeto de consultoria para uma determinada empresa, a qual estava precisando atrair novos clientes. Fizemos dois testes: no primeiro, colocamos o nome do cliente a ser prospectado antes do assunto do e-mail. Já no segundo, retiramos o nome e deixamos somente o assunto em evidência.

O resultado foi incrível! Nos e-mails que colocamos o nome do cliente, a taxa de abertura foi 40% maior comparada com os sem nome. Isso prova que, se não tivéssemos testado, duas coisas poderiam acontecer: acharmos que 40% era um valor ótimo de abertura de e-mails ou que o e-mail era muito ruim e que aquela estratégia deveria ser abortada.

A dica que fica aqui é simples e prática: testar é melhor que tentar!

Gostou das dicas? Então mande sugestões de assuntos sobre inovação para baratella@funildevendas.com.br.

POR MARCELO BARATELLA, Professor, Consultor, Palestrante e Treinador do Funil de Vendas

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