Dá para gostar de muita coisa ao mesmo tempo. Eu, mesmo levando a carreira como chef, deixo um espaço para curtir outra paixão: o hardcore, o rock pesado!

E quando consigo, ainda faço um mexidão e trago a pegada dark do rock para dentro da cozinha. Isso fica bem claro em alguns dos pratos dos meus restaurantes, pratos rústicos, pratos bem servidos, saborosos. Pratos com minha alma. Busco fazer pratos tão bons quanto o Rock é para mim…

Por meio da música fiz amigos, viajei, conheci novos lugares e pessoas. Desde criança eu gosto deste universo. Eu fui daqueles que teve banda e ensaiava na garagem de casa. É uma essência que nunca vou perder e, por isso, sou vocalista da Oitão, minha banda de hardcore.

Outra coisa que o bate-cabeça me ensinou foi deixar de lado qualquer preconceito. Eu já falei muitas vezes sobre gastronomia democrática, pois é a bandeira que levanto. Acredito que um pouco desta visão veio da minha vida envolvida com as composições, melodias, letras… Música e comida não precisam de exageros. Ambas são feitas com o coração e tocam as pessoas, exigindo apenas cuidado como a escolha das palavras e ingredientes. Um toque de guitarra aqui, uma pitada de sal ali e tudo fica bom de curtir, provar e se divertir.

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