Conheça a função global deste hormônio no organismo e saiba quais as complicações que sua ausência pode causar à saúde

O estilo de vida atual, que nos leva a trabalhar muito tempo em ambientes fechados, além de nos alimentar mal, contribui muito para o crescente número de casos de deficiência de vitamina D – problema este que já se tornou questão de saúde pública no Brasil.

Segundo a endocrinologista Paula Leal (CRM 93528), 70% dos pacientes que visitam seu consultório precisam fazer a reposição desse nutriente, uma vez que, além de ser essencial para os ossos, ele possui 40 receptores no corpo humano que se beneficiam de suas propriedades. Para se ter uma ideia de sua importância, a substância previne desde gripes e resfriados até muitos tipos de câncer.

Estudos também comprovam que sua atuação no cérebro vem colaborando positivamente para o tratamento de doenças degenerativas e autoimunes, como Alzheimer. “O consumo de alimentos lácteos, ovos e peixes ajuda, mas não supre todas as necessidades do organismo. A principal fonte de produção desta vitamina se dá por meio da exposição solar, nos horários não recomendados, entre as 10h e 15h. O problema é que em tempos de fobia com os raios ultravioletas, as pessoas acabam evitando esta exposição, com medo de doenças, como câncer de pele.  O que vale é colocar na balança! São apenas 15 minutos diários de sol que poderão trazer inúmeros benefícios”, explica Paula, que ainda ressalta que existe como repor o nutriente por meio de inúmeras fórmulas via oral. Consulte um médico e, caso você tenha a carência de vitamina D, pergunte qual a melhor forma de reposição para seu corpo.

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