Quem foi criança nessa época como eu, não precisa se esforçar para se lembrar dos brinquedos que foram febres de consumoA pipoqueira da Estrela, o Pense Bem, o Atari (1º videogame da maioria), a calça bailarina… A vida era mais fácil quando o epítome do luxo era um Ked’s branco e um moletom da famigerada marca americana GAP (risos).
Aquelas crianças cresceram e os “millenials” (os nascidos entre as décadas de 1980 e meados de 1990) são a geração mais nostálgica da história. Alguns mercados, como o da moda e o do entretenimento, perceberam nessa nostalgia uma super oportunidade. Tivemos então um bombardeio de relançamentos e releituras: sapatos plataformas “à la Spice Girls”, Pokemón Go, o retorno do Mega Drive em versão limitada pela Tectoy, a volta do Tamagotchi no Japão (pasmem, 20 anos depois), o tênis com luzinhas, entre outras coisas.
O processo de resgate vem de várias frentes. De um lado, os criadores resgatam referências, adaptam à tecnologia atual. Na sequência, os “inovadores” são os primeiros a consumirem essas criações – no marketing, os chamamos de Alpha. Daí para frente, com a ajuda da mídia, a tendência vai sendo aceita e disseminada, adotada por quem ouviu falar (consumidores BETA). Esse “ciclo” está presente no consumo de quase todos os produtos! Aguardando ansiosa: a volta do Pogobol e da camiseta de bolsinho da Banana Republic! (risos).

 

Por Marcela Mariani
marcela@popitconsultoria.com.br

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