Muitos costumes surgiram nessa época e a troca de ovos de galinha pintados à mão representa, dentre diversos significados, a renovação e a esperança de vida nova

Cada país possui uma maneira de celebrar a Páscoa por meio da gastronomia, sempre com características religiosas. Os pães e bolos, por exemplo, muito presentes em diferentes nacionalidades, possuem ingredientes característicos de cada região. Um dos mais conhecidos é a Colomba, de origem Italiana, ou também a Gubana, parecido com um brioche, recheado com avelãs, macadâmia e passas.
Já na Ucrânia e na Polônia, o costume é levar os alimentos à igreja para serem benzidos, a Paska e a Babka, respectivamente. Na França, o pão com formato de cordeiro, o bolo doce Gâteau de Pâques, e o Libanês, com recheio de tâmaras, são outros famosos. Em Portugal, o Pão Folar pode ser doce ou salgado, contendo como recheio ovos cozidos, que representam a renovação. Na Espanha, comemos a rosca de San José, relembrando a tradição originada quando, durante a fuga para o Egito, José vendia roscas para sustentar a família.
O chocolate surgiu apenas no século XVI, com a descoberta do cacau. Em outros países, como a França, o doce perde o formato de ovos ou coelhos e assume o de peixes – refeição comum em almoços nesse período.
No tradicional almoço em família, em diversos países, suspende-se o consumo de carne vermelha com alto teor de sangue e passam a vez aos queijos, frutas secas, ovos e peixes, em especial o bacalhau por existir em abundância na época, além de ser saudável, rico em nutrientes, em especial o Omega 3.

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